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UFC: Suspensão interrompida, faz Yoel Romero questionar

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Por Dario Ferrari
Em novembro do ano que passou, mais precisamente no dia 4, foi realizado o UFC 217, e o britanico, agora ex-campeão peso médio da franquia, fôra finalizado por Georges St-Pierre, sendo destronado pelo canadense, e, após o embate, Bisping havia pego 30 dias de suspensão médica e não poderia lutar em um intervalo de tempo inferior a esse, porém, o brasileiro Anderson Silva, que faria a luta principal do UFC Fight Night 122, foi retirado do duelo diante de Kelvin Gastelum e Bisping, mesmo suspenso, ganhou a vaga do evento que aconteceria 20 dias depois do UFC 217 e isso gerou um questionamento do atual número 1 do ranking, o cubano Yoel Romero.

O cubano, segundo reportagem veiculada pelo website ‘AG Fight’, comentou o assunto a não pareceu estar muito feliz com a decisão do UFC em liberar Michael Bisping, que havia dito que a decisão em lutar em um intervalo tão pequeno de tempo, seria a chance de buscar uma redenção do revés sofrido para ‘GSP’ anteriormente.

“Essa foi a grande surpresa. Por quê? Foi tudo tão doido que não faz sentido. Não sei como a Comissão Atlética disse sim e aceitou que ele lutasse (contra Gastelum). É loucura, muita loucura”, disse Romero, que também enfatizou o fato da família do britânico não ter feito nenhum tipo de declaração pública para que o mesmo não entrasse em ação, “Não sei como a família do Michael Bisping permitiram que ele lutasse. Não sei como o time, os técnicos disseram: ‘Tudo bem, aceite a luta’. Não sei porque Michael Bisping aceitou lutar. Não sei porque o UFC disse sim. É muito perigoso. Não é apenas uma luta, é muito perigoso. Normalmente, ele precisaria descansar de 16 a 19 dias. Ele ficou inconsciente, não bateu, ele desmaiou na luta com St-Pierre”.

Romero, que tem luta marcada diante do ex-campeão do WSOF em duas categorias diferentes David Branch, no UFC On FOX 28, que será realizado no dia 24 de fevereiro no Amway Center em Orlando, Flórida, nos Estados, também destacou que a falta de uma boa recuperação após uma luta que se desenrolou ’em forma de guerra no UFC 217′, o atleta só poderia levar ‘um jab’ no rosto para ser nocauteado.

“Quando isso acontece em uma luta, em um estrangulamento ou nocaute, você precisa descansar por 16 dias, no mínimo. Eu pensei: ‘Tudo bem, no primeiro golpe do Gastelum, com um jab ou algo no rosto, ele vai cair’. Porque ele não passou pela recuperação e descanso que ele precisou”, finalizou.

Na luta entre Kelvin Gastelum e Michael Bisping, o norte americano nocauteou o britânico no primeiro round.

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MMA

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