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Foto: Lenilson Belga/FotoNaLuta

União Brasileira de Ju-Jitsu realiza BootCamp no Rio

1o. BootCamp de Ju-Jitsu busca agregar valor aos associados pelo Brasil
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Foto: Lenilson Belga/FotoNaLuta

Com a ideia de promover uma maior integração entre seus praticantes no Brasil, a União Brasileira de Ju-Jitsu realizou no último sábado (14) seu primeiro BootCamp e o palco foi a Sede da ACM Rio (Associação Cristã dos Moços), no Centro do Rio de Janeiro. O evento contou com escolas de diversos estados do país celebrando assim a multidisciplinaridade e a riqueza desta arte marcial japonesa.

O BootCamp contou com praticantes de diversos estados como Rondônia, Rio Grande do Sul, Piauí, São Paulo, Minas Gerais, além do Rio de Janeiro, fazendo uma das maiores interações entre os praticantes de Ju-Jitsu do país inteiro.

O evento começou as 9 horas com os atletas compartilhando suas técnicas até as 16 horas. Em seguida foram realizadas palestras de treinamento físico, educação para arte marcial e empreendedorismo para os professores dentro da arte marcial.

Segundo o idealizador do BootCamp e um dos diretores da União Brasileira de Ju-Jitsu, Luiz Felipe Villar, a idéia era reunir as escolas envolvidas para troca de experiências.

“A ideia que tínhamos era reunir aqui as escolas envolvidas com a União Brasileira de Ju-Jitsu para que dividíssemos conhecimentos onde cada um mostra sua peculiaridade, … o papel de uma Confederação que é agregar valor aos associados, então é o que estamos fazendo nesse encontro. O principal é agregar valor de fato para quem vive de arte marcial, para que eles entendam o que está por trás dos mecanismos do Ju-Jitsu, que é uma modalidade é relativamente nova no Brasil …, então reunimos aqui praticantes de Rondônia, do Rio Grande do Sul, Piauí, São Paulo, Minas Gerais e do Rio de Janeiro, congregamos varias escolas para falarmos da modalidade e entregar esse valor, esse era o nosso objetivo”,
disse.

Para Luiz Felipe Villar a primeira edição do BootCamp foi um sucesso e fez questão de exaltar a parceria feita com a ACM Rio.

“A execução foi perfeita, como a gente estava esperando, é muito importante ressaltar a parceria da União Brasileira de Ju-Jitsu e a ACM, porque eles abriram a porta para mostrarmos uma modalidade nova, já que é um movimento de inovação dentro do esporte no Brasil, porque é uma modalidade muito comum na Europa, nos Estados Unidos, mas nem é tão comum aqui no Brasil e a gente está fazendo essa inovação abrindo a mente dessas pessoas mostrando a diversidade que a gente não está tão acostumado a ver por aqui, então, a ACM Rio contribuiu muito com o sucesso de nosso evento, trouxemos professores de diversas modalidades juntamos escolas e entregamos valor. Então correu tudo como a gente esperava e agora é brindar o sucesso do nosso evento”, disse.

É normal a confusão entre o Ju-Jutsu ou Ju-Jitsu, com Jiu-Jitsu Brasileiro. Embora ambas tenham origem no Japão, o Jiu-Jitsu Brasileiro é uma versão resumida e recompilada das técnicas do Judô com uma nova roupagem. Já o que diz respeito ao Ju-Jitsu, é um método de combate corpo a corpo que utiliza as três fases de luta, que descende diretamente das técnicas utilizadas pelos samurais como alternativa de designação de conflito na Guerra. Pulverizado pelo mundo e por sua alta eficiência, a modalidade está chegando ao Brasil cada vez mais forte.

Para o organizador da BootCamp, Luiz Felipe Villar, o Ju-Jitsu e o Brazilian Jiu-Jitsu são métodos bem diferentes, ainda que tenham um ponto de convergência que é a luta de solo, cada um possui suas peculiaridades. O diretor da União Brasileira de Ju-Jitsu explicou a diferença.

“Sempre tem essa confusão, mas a gente sempre tenta esclarecer esse tipo de coisa, não queremos competir com ninguém…, há lugar para tudo mundo. O Ju-Jitsu vem com uma proposta de lutas em três fases, diferente do Jiu-Jitsu Brasileiro que é bem foca em luta de solo. A gente luta muito em cima com socos e chutes, aplicamos quedas e também a lutamos no solo. Eles tem o lugar deles e a gente o nosso, não tem porque ter problemas, pelo contrário, no que um pudermos contribuir um com o outro para uma troca de experiências sadia, será sempre, muito legal e estaremos sempre disponíveis” disse Luiz Felipe Villar, que finalizou ressaltando que a intenção do evento era agregar novos valores.

“Viemos com o objetivo de propiciar um insight de um futuro digno dentro do esporte e o nosso trabalho é agregar valor para transformar pedras brutas em diamantes lapidados”, concluiu

Por: Thiago Duval

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EsportesJiu-JitsuLutas

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